A misericórdia e o amor de Deus

DEUS SEJA LOUVADO

Tema: A misericórdia e o amor de Deus.

Filme: O Final de tudo.

Comentário: Neste nosso encontro assistimos ao filme: “O Final de tudo.” Trata-se de uma história verídica na qual todo ser humano um dia irá enfrentar. Diversas pessoas experimentam a passagem para a eternidade de suas almas e aguardam o julgamento final. Um assassino, dois jovens: um rapaz e uma moça e um senhor ativista. No momento em que aguardam o julgamento, se estabelece um diálogo entre Satanás, um anjo de Deus e as pessoas envolvidas, a fim de saberem qual será o destino de suas almas. É feita uma retrospectiva da vida de cada um.
O assassino, que foi condenado à morte, minutos antes de sua execução, se arrepende de seus pecados e pede a Deus que o perdoe, querendo saber se ele tem direito a esse perdão, uma vez que se acha indigno do mesmo. Um dos jovens foi apenas frequentador de igreja, perdendo a grande oportunidade de sua vida de assumir a Jesus Cristo como seu Salvador. A jovem, desde criança, abriu seu coração para Jesus, fazendo-o Senhor de sua vida. O senhor ativista, se achava muito digno de condecorações pelo que fizera em vida. Nunca quis saber do Senhor Jesus. Assim, cada um parte para o julgamento final, já sabendo o que lhes espera.
Após a transmissão do filme, fomos analisar a apaixonante palavra de Deus, nos colocando sempre que achávamos conveniente. Primeiramente lemos João 3.16. Essa passagem não poderia faltar, pois fala do grande amor de Deus, que deu seu Filho para salvar a humanidade. Em seguida, lemos Efésios 2. 8 e 9, onde fala claramente sobre a salvação que é um dom gratuito de Deus e que jamais será conquistada por obras, para que ninguém se glorie. Recordamo-nos do senhor ativista que todo o tempo se vangloriava por suas “boas obras”, achando que com isso estava a salvo. Também analisamos a mensagem que está em Mateus 9.12, onde o Senhor Jesus diz que não necessitam de médicos os sãos, mas sim os enfermos. Reportamo-nos novamente ao filme, que mostra a polêmica discussão que se estabelece pelo fato de um assassino entrar no Reino dos céus, enquanto que a vítima que o mesmo fizera está condenada ao inferno. A vítima só não participará da presença eterna de Deus, porque não quis. Ela teve diversas oportunidades para estar com Deus e, simplesmente não quis. Já o homem que a assassinou desejou o perdão de Deus, que está disponível para todos, e o recebeu. Agora, está coberto pelo sangue de Jesus. É simples assim. “Não necessitam de médicos os sãos.”
E, por último, lemos Ezequiel 18. 23-32, onde tem por título: “A responsabilidade é pessoal.” Neste texto, o que realmente importa é o nosso momento presente. Se, porventura, fizemos maravilhas na presença de Deus, andamos nos seus caminhos, nos tornamos justificados pelo sangue do Cordeiro e, por um motivo ou outro abandonamos a nossa fé, o amor e a dedicação e morrermos neste último estágio, todo o belo passado de uma vida com Deus, de nada valerá. Pois o que importa é o presente momento. Da mesma forma, se uma pessoa cometeu as maiores atrocidades e, seus olhos se abrem, as escamas que a impediam de enxergar Jesus caem e ela deseja uma vida nova com Ele, ela a terá. Seu passado pecaminoso não interfirá, pois o que importa é o presente momento. “Não necessitam de médicos os são.” E diz mais, verso 25: “Dizeis, porém: O caminho do Senhor não é justo. Ouvi, pois, ó casa de Israel: Acaso não é justo o meu caminho? Não são os vossos caminhos que são injustos?”
Finalizamos o nosso encontro orando e adorando ao único que é digno de todo louvor e adoração. Ao Alfa e o ômega, o princípio e o fim. Ao que tem o domínio pelos séculos, dos séculos, amém.

Célula na casa de Antônio e Luciana. 29/08/11.
Diaconisa Márcia Valéria.

Postado em 16/10/2011 - Compartilhe com seus amigos: Compartilhar no Orkut Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter

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